quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Estudos diz que o Autismo está ligado a Poluição dos Automóveis
- Estudos diz que o Autismo está ligado a Poluição dos Automóveis

Segundo o Dr. Heather E. Volk, PhD da University of Southern California, as mulheres grávidas expostas a altos níveis de poluição causada pelo tráfego de veículos, tem duas vezes mais chances de dar à luz a uma criança que apresente transtornos de desenvolvimento. Além disso, crianças expostas a altos níveis desse tipo de poluição tem três vezes mais chances de serem diagnosticadas com autismo.
Poluição é um dos maiores causadores de Cancer
Em 2011, a equipe de Volk relatou um risco maior de autismo em crianças cujas famílias viviam dentro de um raio de 1.000 metros de uma rodovia ou rua muito movimentada. Ele pesquisou 279 crianças com autismo e um grupo de 245 crianças sem a doença. As crianças tinham idades entre 2 a 5 anos e foi utilizado os endereços das mães para estimar a exposição à poluição durante cada trimestre da gravidez e durante o primeiro ano de vida das crianças.
Eles usaram informações de trânsito local para descobrir a quantidade de poluição do ar em cada residência, foram também analisadas a exposição ao material particulado e dióxido de nitrogênio. O resultado foi surpreendente.
“As crianças expostas a altos níveis de poluentes relacionadas ao trânsito durante a gravidez ou no primeiro ano de vida contavam com maior risco de autismo em comparação com as crianças expostas a um nível mais baixo de poluição”, diz Volk.
Mesmo com esses dados alarmantes é muito cedo para afirmar qualquer coisa, mas resta pouca dúvida de que a poluição do ar pelas emissões de gases dos veículos é prejudicial para a saúde tanto para o nosso planeta, quanto para todos os seres vivos.
Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/meio-ambiente/estudos-diz-que-o-autismo-esta-ligado-a-poluicao-dos-automoveis/
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Compostagem Doméstica
Compostagem Doméstica
Composto doméstico: reciclar resíduos orgânicos para fertilizar hortas e jardins
Fazer compostagem doméstica é a forma mais sustentável de reciclar e valorizar os resíduos orgânicos e pode ser realizada no próprio jardim ou quintal, como restos de alimentos e de jardim.
A compostagem promove a decomposição de resíduos domésticos orgânicos, poupando custos ambientais e económicos de transporte e deposição desses resíduos para aterro. Produza o seu próprio composto e utilize-o para fertilizar o/a seu/sua jardim/horta.
A compostagem é um processo de degradação biológica aeróbia (na presença de oxigénio) de matéria orgânica vegetal através da acção de microorganismos. O produto final tem o nome de composto. Quando adicionado ao solo, a decomposição continua dando posteriormente origem ao húmus.
A compostagem doméstica não requer grandes custos de equipamento ou manutenção e pode, por isso, ser feito por qualquer pessoa e em pouco espaço (habitações, escolas, universidades, bairros, jardins). Através da compostagem, é possível reciclar, desde os restos de preparação das refeições e restos de comida, aos resíduos provenientes da manutenção do jardim, da horta ou canteiros (relva, ramos e folhas).O produto final: o composto
Quando o material da pilha de compostagem estiver com menos de um quinto do volume inicial e apresentar um aspecto escuro, sem mau cheiro e à temperatura ambiente, o composto está formado. O composto depois de retirado da pilha deve ser crivado para retirar os materiais de maiores dimensões, o qual deve ser reintroduzido numa nova pilha de compostagem. Antes de ser aplicado no jardim, na horta ou canteiros, o composto deve repousar algumas semanas para a maturação final. Num ano, poderá produzir através da compostagem cerca de 100 kg de composto para dispor em vasos e canteiros, pequenas hortas e jardins, fertilizando a terra de forma natural, sem a adição de químicos.

A composição do composto: o alimento natural do seu jardim ou horta
O composto é constituído por macroelementos, tais como o azoto, o fósforo, o cálcio, o carbono, o potássio, o enxofre e o magnésio, e por oligoelementos, como o ferro, o zinco, o níquel, o cobre, o manganês e o boro, de que as plantas necessitam em pequenas quantidades. A composição varia consoante o tipo de resíduos que servem de matéria-prima. Por exemplo, os resíduos alimentares têm menor quantidade de celulose do que os resíduos verdes de corte de jardim.
Onde pode aplicar o composto doméstico?
O composto pode ser aplicado como fertilizante, corretivo de solos, meio de cultura em espaços verdes ou material de cobertura de solos. A granulometria do composto determina a sua melhor aplicabilidade enquanto a grande granulometria é mais indicada para a agricultura, enquanto a mais fina é mais indicada para a horticultura.
Para vasos e sementeiras, o composto deve estar bem maturado e misturado com a terra numa proporção de 1:2, ou seja, uma parte de composto para duas partes de terra.
Para hortas e agricultura, o composto pode ser empregue como cobertura ou incorporado no solo antes da sementeira ou da plantação, numa proporção variável dependente do tipo de culturas e das características do solo. O composto para a cobertura de solos tem como função fertilizar, reter melhor a humidade e impedir o crescimento de ervas daninhas. A camada de composto deve ter, pelo menos, 5 cm de altura e deve ser aplicada durante várias semanas antes das sementeiras.
O composto pode ainda ser aplicado como material de enchimento na recuperação paisagística de antigas minas e pedreiras, cobertura de aterros, cobertura de taludes, silvicultura, floricultura e relvados de campos de futebol e de golfe.
Fonte:
http://www.ead.pt/blog/?p=549
A compostagem promove a decomposição de resíduos domésticos orgânicos, poupando custos ambientais e económicos de transporte e deposição desses resíduos para aterro. Produza o seu próprio composto e utilize-o para fertilizar o/a seu/sua jardim/horta.
A compostagem é um processo de degradação biológica aeróbia (na presença de oxigénio) de matéria orgânica vegetal através da acção de microorganismos. O produto final tem o nome de composto. Quando adicionado ao solo, a decomposição continua dando posteriormente origem ao húmus.
Quando o material da pilha de compostagem estiver com menos de um quinto do volume inicial e apresentar um aspecto escuro, sem mau cheiro e à temperatura ambiente, o composto está formado. O composto depois de retirado da pilha deve ser crivado para retirar os materiais de maiores dimensões, o qual deve ser reintroduzido numa nova pilha de compostagem. Antes de ser aplicado no jardim, na horta ou canteiros, o composto deve repousar algumas semanas para a maturação final. Num ano, poderá produzir através da compostagem cerca de 100 kg de composto para dispor em vasos e canteiros, pequenas hortas e jardins, fertilizando a terra de forma natural, sem a adição de químicos.
A composição do composto: o alimento natural do seu jardim ou horta
Onde pode aplicar o composto doméstico?
Para vasos e sementeiras, o composto deve estar bem maturado e misturado com a terra numa proporção de 1:2, ou seja, uma parte de composto para duas partes de terra.
Para hortas e agricultura, o composto pode ser empregue como cobertura ou incorporado no solo antes da sementeira ou da plantação, numa proporção variável dependente do tipo de culturas e das características do solo. O composto para a cobertura de solos tem como função fertilizar, reter melhor a humidade e impedir o crescimento de ervas daninhas. A camada de composto deve ter, pelo menos, 5 cm de altura e deve ser aplicada durante várias semanas antes das sementeiras.
O composto pode ainda ser aplicado como material de enchimento na recuperação paisagística de antigas minas e pedreiras, cobertura de aterros, cobertura de taludes, silvicultura, floricultura e relvados de campos de futebol e de golfe.
Fonte:
http://www.ead.pt/blog/?p=549
Leia Mais no SitedeCuriosidades.com: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/compostagem-domestica.html
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
3 Curiosidades sobre Reciclagem
3 Curiosidades sobre Reciclagem
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Conheça o Sabonete Empilhável que tem um Ciclo infinito de Vida
Conheça o Sabonete Empilhável que tem um Ciclo infinito de Vida

Mais uma idéia que se encaixa na categoria ” Como eu não pensei nisso antes? “. Stack Soap é um sabonete bem diferente, cada barra tem uma cavidade na parte superior que une com o pedaço restante de seu último sabonete. Sendo assim ele tem um ciclo infinito de vida. Com esse sistema simples você usa 100% do sabonete e economiza um bom dinheiro .
Junte o Sabonete velho com o Novo de maneira bem Fácil
Não é só em seu formato que esse sabonete mostra a sus sustentabilidade, ele é vegetal, não usa animais em seus teste, sua fórmula é para pele sensível e utiliza com manteiga de karité para hidratação adicional. A caixa com 6 sabonetes custa US$12,56 (R$25,00).
Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/sustentabilidade/conheca-o-sabonete-empilhavel-que-tem-um-ciclo-infinito-de-vida/
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
o-plastico-e-o-meio-ambiente-reciclado-o-lixo

Por décadas o plástico tornou-se parte de nossas vidas por ser um material versátil e de infinitas utilidades. O plástico e seus produtos tornam a nossa vida mais fácil e segura. Mas só agora com a descoberta de componentes que podem prejudicar a saúde humana e o ambiente é que soluções mais verdes estão sendo pesquisadas e algumas já estão disponíveis no mercado.
Esse material sintético também deixou marcas nocivos sobre o meio ambiente e, talvez, sobre a saúde humana e de todos os animais expostos a esse produto. Isso atestado em artigos escritos por cientistas de todo o mundo.
Desde o inicio da sua produção em massa década de 1940, uma vasta gama de plásticos de propriedades únicas impulsionou-o o crescimento e ajudou sociedade. Nesse ano mais de 300 milhões de toneladas de plásticos serão produzidas em todo mundo e a quantidade de plástico produzido nos primeiros dez anos deste século se aproxima do total produzido em todo o século passado, de acordo com o relatório.
Existem milhares de razões para abandonar o uso de plásticos, ou ao menos produzir um tipo de plástico mais ecológico. As principais razões que tornam o plástico perigoso são: Os produtos químicos adicionados aos plásticos são absorvidos pelo corpo humano. Alguns destes compostos têm sido encontrados a alterar a hormonas ou têm outras potenciais efeitos na saúde humana.
Os restos de plástico , misturado com produtos químicos, muitas vezes são ingeridos pelos animais marinhos ou terrestres, podendo ferir ou matar os animais. Ele pode tornar lixo plástico flutuante , que pode sobreviver por milhares de anos na água , servindo como meio de transporte para espécies invasoras. Já o plástico enterrado em aterros sanitários e lixões podem soltar substâncias químicas nocivas que se espalham nas águas subterrâneas.
Cerca de 4 por cento de produção mundial de petróleo é utilizado como uma matéria-prima na fabricação de plásticos, e uma quantidade semelhante é consumido como energia no processo da fabricação.
As pessoas são expostas a produtos químicos a partir de plástico várias vezes por dia através do ar, poeira, alimentos, água e uso de produtos de consumo.
Por exemplo, os ftalatos são utilizados como plastificantes, na fabricação de pisos de vinil e revestimentos de parede, as embalagens de alimentos e produtos médicos. Oito em cada dez bebês, e quase todos os adultos, têm níveis mensuráveis de ftalatos em seus corpos.
O bisfenol A (BPA), encontrado em garrafas de policarbonato e os revestimentos de latas de alimentos e bebidas, pode contaminar os alimentos e bebidas. Órgãos de saúde americanos informaram que 93% das pessoas tinham níveis detectáveis de BPA em sua urina. O relatório observou que a alta exposição de recém-nascidos prematuros em unidades neonatais de cuidados intensivos para tanto o BPA e os ftalatos é de “grande preocupação”.
Os problemas com o plástico vai além do corpo humano, de acordo com relatórios, mais do que um terço de todo o plástico, é embalagens descartáveis como as garrafas e sacos, muitos dos quais terminam na natureza.
Embora a imagem de um pássaro preso em um colar de plástico é agora que choca o público, a ingestão de fragmentos de plástico é muito mais comum do que se imagina. Uma vez dentro do animal, o plástico pode embalar, perfurar e entupir o estômago de um animal, assim envenenando-o com produtos químicos que se concentraram no plástico. Alguns desses produtos químicos então são transferidos para a cadeia alimentar.

Em mais de 180 espécies de animais têm sido encontrado restos de plástico, incluindo aves, peixes, tartarugas e mamíferos marinhos, de acordo com o relatório. Infelizmente, a coleta de dados sobre os impactos dos plásticos sobre a vida selvagem sofre as mesmas armadilhas como estudar a saúde humana. Ainda assim, já há evidências de que os produtos químicos dos plásticos podem prejudicar a vida selvagem.
Por exemplo, um estudos de laboratório mostraram que os ftalatos e BPA afetam a reprodução em todos os grupos de animais estudados e prejudicar o desenvolvimento em crustáceos e anfíbios.
“Embora não haja evidências claras de que estes produtos químicos têm efeitos adversos em concentrações ambientalmente relevantes em estudos de laboratório, há uma necessidade de mais pesquisas para estabelecer os nível de efeitos no ambiente natural”, segundo o relatório.
Charles Tyler , professor da Universidade de Exeter School of Biosciences no Reino Unido e autor sênior do relatório, disse que os cientistas têm mostrado que “alguns desses compostos químicos estão entrando no ambiente e em alguns ambientes em concentrações onde eles podem produzir efeitos biológicos em uma grande variedade de espécies selvagens. “ Viajando de costa a costa, o plástico pode durar milhares de anos devido à exposição aos raios UV reduzida e temperaturas mais baixas de habitats aquáticos.
O plástico também serve como um meio de transporte flutuante que permite que espécies exóticas peguem carona para desconhecidas partes do mundo ameaçando a biodiversidade . O aquecimento global ainda auxilia o processo, tornando áreas antes inóspitas como o Ártico , habitável para as espécies invasoras, o que pode ser prejudicial para as espécies locais.
Por exemplo, artigos de plástico são comumente colonizados por cracas, vermes e algas. Ao longo da costa de Adelaide Island, a oeste da Península Antártica, dez espécies de invertebrados foram encontrados em produtos de plástico..
O plástico é tão resistente que até enterrá-lo nas profundezas da terra não vai ter resultados para mantê-lo sem impactar o meio ambiente. Atualmente ele é responsável por aproximadamente 10 por cento dos resíduos gerados, a maioria das quais são depositados em aterros e lixões. Mas, como observa o relatório, colocando plásticos em um aterro sanitário pode ser simplesmente armazenar um problema para o futuro.
Além disso, a produção de plásticos é uma grande utilizadora de combustíveis fósseis, oito por cento da produção mundial de petróleo vai para a fabricação de plásticos. Como a fabricação cresce a uma taxa de cerca de nove por cento a cada ano, os autores enfatizam que a luta contra seus problemas significa abordar a sua sustentabilidade.
Uma solução é o tratamento do plástico como um material reutilizável, em vez de como uma mercadoria descartável que é rapidamente eliminada. Isso significa facilitar a reciclagem e usar menos materiais no processo de fabricação.
“A mensagem de reciclagem é simples: tanto a indústria quanto a sociedade precisam considerar a reciclagem dos plásticos, e usa-lo como matérias-prima em vez de desperdiçar “, afirmou o relatório.
“A mensagem de reciclagem é simples: tanto a indústria quanto a sociedade precisam considerar a reciclagem dos plásticos, e usa-lo como matérias-prima em vez de desperdiçar “, afirmou o relatório.
O aumento da disponibilidade de plástico biodegradável , que pode ser feita a partir de materiais renováveis de plantas , tais como milho e soja, é outra opção.
“Plásticos biodegradáveis têm o potencial para resolver um certo número de problemas de gestão de resíduos, especialmente para a embalagem descartável que não podem ser facilmente separados a partir de resíduos orgânicos” de acordo com o relatório.
No entanto, a atualmente capacidade de produção de plásticos biodegradáveis em todo o mundo está em torno de apenas 350.000 toneladas, representando menos de 0,2 por cento da petroquímica baseada em plástico. Além disso, “a maioria desses materiais não são susceptíveis de degradar rapidamente em habitats naturais, e há preocupação de que degradáveis, à base de óleo de polímeros pode simplesmente desintegrar-se em pequenos pedaços que não são em si mesmos mais do que o plástico degradável convencional”, afirmou o relatório.
Para ajudar a atenuar as substâncias químicas potencialmente prejudiciais em plásticos, os autores recomendam que mais estudos sejam realizados sobre os mecanismos biológicos que podem ser afetados por aditivos de plástico. Entretanto, o relatório recomenda a redução do uso destes produtos químicos e desenvolvimento de alternativas mais seguras, uma estratégia conhecida como química verde.
“Se esta abordagem fosse feita a 50 anos atrás, provavelmente teria impedido o desenvolvimento de produtos químicos que são reconhecidos como desreguladores endócrinos”, disse o relatório.
O relatório também sugere que os resíduos de plástico podem ser reduzidos pelo uso de etiquetas que permitem ao consumidor a escolha de embalagem com base numa análise do ciclo de vida, que inclui todos os componentes do processo de fabricação. Por exemplo, se o produto foi feito de material reciclado em sua maior parte, usado um mínimo de embalagem e pode ser facilmente reciclado, seria marcado com um ponto verde. Se o produto é feito com excesso de embalagem e usa em maior parte matérias-primas virgens, seria marcado com um ponto vermelho.
“Pessoalmente, eu sinto que é a maneira de fazê-lo, ao invés de uma reação impensada que a legislação diz que não podemos usar certos tipos de plástico”, disse Thompson. “Tendo essa informação vai ajudar a impulsionar o sistema, porque eu acho que os consumidores estão dispostos a fazer a escolha certa quando fornecido com todas as informações.”
Mike Neal da PlasticsEurope disse que os consumidores e não a indústria, são os responsáveis pela fabricação de plásticos.
Os autores disseram que, se os plásticos são feitos e usados de forma responsável, podem ajudar a resolver alguns problemas ambientais.
Por exemplo, um estudo descobriu que as bebidas em embalagens PET (um tipo de plástico) versus vidro ou de metal reduz o consumo de energia em 52 por cento e as emissões de gases de efeito estufa em 55 por cento. E aquecedores solares de água contendo plásticos pode fornecer até dois terços da demanda anual de água quente de uma família , reduzindo o consumo de energia.
Plásticos, se usado sabiamente, “têm o potencial para reduzir a pegada da humanidade na Terra”, disse Thompson.
Este artigo foi publicado originalmente funcionou em Notícias Saúde Ambiental , uma fonte de notícias publicadas pela Environmental Health Sciences, uma empresa de mídia sem fins lucrativos.
Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/gestao-de-residuos/o-plastico-e-o-meio-ambiente-reciclado-o-lixo/
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Cocô dos elefantes é usado para fazer papel reciclado na Indonésia
Cocô dos elefantes é usado para fazer papel reciclado na Indonésia
Derrubar árvores para fazer papel não está com nada! O parque Taman Safari, localizado na cidade de Bogor, na Indonésia, está usando o cocô dos elefantes que vivem por lá como matéria-prima para a produção de papel reciclado.
Tem quem ache a ideia maluca ou nojenta, mas o fato é que funciona – e, de quebra, ainda resolve o problema do lixo. O parque tem 40 elefantes que, juntos, produzem cerca de quatro toneladas (!) de fezes todos os dias.
Como possuem uma dieta baseada em grama e outros tipos de vegetação, o cocô desses animais está lotado de fibras vegetais- a matéria-prima do papel. Então, por que não aproveitá-lo, ao invés de jogar fora?
O processo de produção é simples: as fezes são lavadas em tanques para a retirada do odor – afinal, papel cheiroso, nesse caso, não rola, né? Em seguida, as fibras vegetais, que não são desintegradas pelo sistema digestivo dos elefantes, são retiradas do cocô e aquecidas, para eliminação das bactérias. A fase final de fabricação consiste em secar, bater e prensar a “massa de estrume”, que então é transformada em folhas de papel.
Fonte: Planeta em Perigo
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Cerca de 85% dos brasileiros separariam o lixo caso serviço de coleta seletiva estivesse disponível, aponta Ibope
A maioria (85%) dos brasileiros que ainda não conta com coleta seletiva estaria disposta a separar o lixo em suas casas, caso o serviço fosse oferecido nos municípios, aponta pesquisa divulgada hoje (28) pelo Programa Água Brasil. Apenas 13% dos entrevistados declararam que não fariam a separação dos resíduos e 2% não sabem ou não responderam. O estudo, encomendado ao Ibope, entrevistou 2.002 pessoas em todas capitais e mais 73 municípios, em novembro do ano passado.
Apesar da disposição em contribuir para a destinação adequada dos resíduos sólidos, o percentual dos que não têm meios para o descarte sustentável chega a 64% dos entrevistados. A quantidade de pessoas que contam com coleta seletiva ou que têm algum local para deixar o material separado representa 35% da amostra.
Em relação aos produtos que costumam ser separados nessas casas, as latas de alumínios ficam em primeiro lugar, com 75%, seguidas pelos plásticos (68%), papéis e papelões (62%) e vidros (55%). Os eletrônicos, por outro lado, são separados por apenas 10% dos entrevistados. Cerca de 9% dos entrevistados não separam nenhum material mesmo que o serviço de coleta seletiva esteja implantado na sua região.
Dos que contam com o serviço de coleta seletiva, metade (50%) dos casos tem a prefeitura como responsável pelo trabalho. Catadores de rua (26%), cooperativas (12%) e local de entrega (9%) aparecem em seguida dentre os meios de coleta disponíveis.
O estudo aponta também que a proposta de uma tarifa relaciona ao lixo divide opiniões. A ideia de que quem produz mais resíduos deve pagar uma quantia maior é aprovada completamente por 13% dos entrevistados, 23% concordam parcialmente. Os que discordam completamente a respeito do pagamento da taxa somam 36%. Há ainda os que não concordam, nem discordam (16%) e os que discordam em parte, com 10%.
Na hora de consumir, práticas sustentáveis ainda são deixadas de lado. Preço, condições de pagamento, durabilidade do produto e marca lideram as preocupações do consumidor brasileiro. O valor do produto, por exemplo, é considerado um aspecto fundamental por 70% dos entrevistados. Características do produto ligadas à sustentabilidade, no entanto, como os meios utilizados na produção, o tempo que o produto leva para desaparecer na natureza e o fato de a embalagem ser reciclável, ficam em segundo plano.
Os entrevistados responderam ainda quais produtos devem ser menos usados em suas casas nos próximos três anos. O campeão foi a sacola plástica. O produto é comprado com frequência em 80% das residências, mas 34% dos entrevistados esperam reduzir o consumo. Em seguida aparecem os copos descartáveis (31%), bandejas de isopor (22%) e garrafas PET (21%). No fim da lista, entre os que devem permanecer com alto percentual de consumo, estão os produtos de limpeza perfumados. Apenas 9% estimam que irão reduzir o uso desses materiais.
O Programa Água Brasil é uma iniciativa do Banco do Brasil, da Fundação Banco do Brasil, da Agência Nacional de Águas (ANA) e da organização não governamental WWF-Brasil, com intuito de fomentar práticas sustentáveis no campo e na cidade.
Fonte: Agência Brasil
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
O que é Resíduo
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Isopor - O Impacto no Meio Ambiente
Isopor - O Impacto no Meio Ambiente
O isopor é um produto sintético proveniente do petróleo e deriva da natureza, tal como o vidro, a cerâmica e os metais.
O isopor é um produto sintético proveniente do petróleo e deriva da natureza, tal como o vidro, a cerâmica e os metais.
Na natureza o isopor leva 150 anos para ser degradado, conforme estimativas. Na natureza, pelotas de isopor são confundidas com organismos marinhos, como o plástico, e ingeridas por cetáceos e peixes, afetando-lhes o sistema digestivo.
Quimicamente, o isopor consiste de dois elementos, o carbono e o hidrogênio. O isopor não contem qualquer produto tóxico ou perigoso para o ambiente e camada de ozônio (está isento de CFCs). O gás contido nas células é o ar.
Por se tratar de um plástico e de ser muito leve, o processo de fabricação consome pouca energia e provoca pouquíssimos resíduos sólidos ou líquidos. O gás expansor incorporado na matéria prima (o poliestireno expansível) é o pentano.
O isopor pode ser considerado um produto ecológico, já que não contamina o solo, a água e o ar e é 100% reciclável e reaproveitável.
A utilização do isopor como isolamento térmico permite poupar energia que, durante a vida útil do edifício, pode chegar a ser centenas de vezes superior à energia consumida durante o seu fabricação. Esta economia de energia significa que, para além preservar os recursos energéticos, o uso de isopor reduz a emissão dos gases poluentes e dos gases que contribuem para o efeito estufa na atmosfera.
Na natureza o isopor leva 150 anos para ser degradado, conforme estimativas. Na natureza, pelotas de isopor são confundidas com organismos marinhos, como o plástico, e ingeridas por cetáceos e peixes, afetando-lhes o sistema digestivo.
Quimicamente, o isopor consiste de dois elementos, o carbono e o hidrogênio. O isopor não contem qualquer produto tóxico ou perigoso para o ambiente e camada de ozônio (está isento de CFCs). O gás contido nas células é o ar.
Por se tratar de um plástico e de ser muito leve, o processo de fabricação consome pouca energia e provoca pouquíssimos resíduos sólidos ou líquidos. O gás expansor incorporado na matéria prima (o poliestireno expansível) é o pentano.
O isopor pode ser considerado um produto ecológico, já que não contamina o solo, a água e o ar e é 100% reciclável e reaproveitável.
A utilização do isopor como isolamento térmico permite poupar energia que, durante a vida útil do edifício, pode chegar a ser centenas de vezes superior à energia consumida durante o seu fabricação. Esta economia de energia significa que, para além preservar os recursos energéticos, o uso de isopor reduz a emissão dos gases poluentes e dos gases que contribuem para o efeito estufa na atmosfera.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Classes dos Resíduos
Classes dos Resíduos
Classe 1 - Resíduos Perigosos, Classe 2 - Resíduos Não-Inertes, Classes 3 - Resíduos Inertes.
Classe 1 - Resíduos Perigosos: são aqueles que apresentam riscos à saúde pública e ao meio ambiente, exigindo tratamento e disposição especiais em função de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade.
Classe 2 - Resíduos Não-inertes: são os resíduos que não apresentam periculosidade, porém não são inertes; podem ter propriedades tais como: combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em água. São basicamente os resíduos com as características do lixo doméstico.
Classe 3 - Resíduos Inertes: são aqueles que, ao serem submetidos aos testes de solubilização (NBR-10.007 da ABNT), não têm nenhum de seus constituintes solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água. Isto significa que a água permanecerá potável quando em contato com o resíduo. Muitos destes resíduos são recicláveis. Estes resíduos não se degradam ou não se decompõem quando dispostos no solo (se degradam muito lentamente). Estão nesta classificação, por exemplo, os entulhos de demolição, pedras e areias retirados de escavações.
| Origem | Possíveis Classes | Responsável |
| Domiciliar | 2 | Prefeitura |
| Comercial | 2,3 | Prefeitura |
| Industrial | 1,2,3 | Gerador do resíduo |
| Público | 2,3 | Prefeitura |
| Serviços de Saúde | 1,2,3 | Gerador do resíduo |
| Portos, aeroportos e terminais ferroviários | 1,2,3 | Gerador de resíduo |
| Agrícola | 1,2,3 | Gerador de resíduo |
| Entulho | 3 | Gerador de resíduo |
Reciclagem de Aço
Reciclagem de Aço
A reciclagem do aço é tão antiga quanto a própria história da utilização do metal. A lata que você joga no lixo pode voltar infinitas vezes à sua casa, em forma de tesoura, maçaneta, arame, automóvel ou uma nova lata
Aço
A lata de aço é a melhor embalagem inventada pelo homem. Dispensa conservantes no envasamento de alimentos e acondiciona bebidas, tintas, produtos químicos e aerossóis. De personalidade marcante, valoriza roupas e acessórios de vestuário, relógios, charutos, CD, perfumes e uma infinidade de outros artigos de consumo que não dispensam elegância.
A lata de aço é a melhor embalagem inventada pelo homem. Dispensa conservantes no envasamento de alimentos e acondiciona bebidas, tintas, produtos químicos e aerossóis. De personalidade marcante, valoriza roupas e acessórios de vestuário, relógios, charutos, CD, perfumes e uma infinidade de outros artigos de consumo que não dispensam elegância.

A reciclagem do aço é tão antiga quanto a própria história da utilização do metal. A lata que você joga no lixo pode voltar infinitas vezes à sua casa, em forma de tesoura, maçaneta, arame, automóvel ou uma nova lata. O aço se funde à temperatura de 1.300 graus centígrados e assume um novo formato sem perder nenhuma de suas características: dureza, resistência e versatilidade. Ele é infinitamente reciclado.
A caneca d'água ou o vaso de plantas feito de lata produzem a mesma economia de material, energia e coleta de lixo que a reciclagem, mas não exigem nemhum processo industrial. A ferrugem (oxidação) que vai consumindo a lata posta em contato com a natureza é o que faz do aço o único material de embalagem degradável num prazo médio de 3 anos.
A caneca d'água ou o vaso de plantas feito de lata produzem a mesma economia de material, energia e coleta de lixo que a reciclagem, mas não exigem nemhum processo industrial. A ferrugem (oxidação) que vai consumindo a lata posta em contato com a natureza é o que faz do aço o único material de embalagem degradável num prazo médio de 3 anos.
Reutilizar a lata de aço é outra forma de economizar energia, matéria-prima e tratamento do lixo. Na década de 60, era comum transformar latinhas de cervejas em portas-lápis. Nos anos 90, sofisticadas latas usadas para embalar perfumes, biscoitos ou peças de vestuário viraram porta-jóias ou famosos porta-tudo que sempre aparecem nas revistas de decoração. As propriedades magnéticas do aço facilitam a separação e o manuseio do material.
Conheça algumas verdades e mentiras do aço:
| Mentiras | |
| Os alimentos enlatados são os que mais contêm conservantes | Alimentos enlatados, na grande maioria, são cozidos dentro das próprias embalagens. O processo é moderno e utiliza altas temperaturas, que destroem totalmente os microorganismos. Por isso, os enlatados dispensam a adição de conservantes. |
| O tétano é causado por latas enferrujadas | O tétanos é causado por um microorganismo que pode estar presente em todo tipo de material: vidro, plástico, papel, aço, alumínio. Um corte profundo causado por qualquer objeto contaminado pode causar a doença. |
| As latas amassadas comprometem a qualidade do produto envasado | As latas são revestidas por vernizes protetores elásticos que resistem a deformações. Na fixação da tampa, o produto sofre uma deformação de 180 graus, sem que isso comprometa a sua qualidade. |
| As latas de aço agridem o meio ambiente | A lata de aço, quando acidentalmente jogada no meio ambiente, enferruja, tornando-se óxido de ferro e voltando à natureza na forma original do minério. |
| A tampa abra-fácil das latas de aço é perigosa | A lata abre-fácil é tão perigosa quanto uma faca de cozinha ou qualquer outro utensílio cortante. Basta seguir as instruções do fabricante para garantir um manuseio seguro. |
| Verdades | |
| A luz pode estragar os alimentos | Reações químicas provocadas pela luz (como fotossíntese, por exemplo) alteram e podem estragar os alimentos. Muitos alimentos contidos nas embalagens transparentes exigem a adição de conservantes. |
| As latas de aço são recicláveis e efetivamente reciclados | Usadas como embalagens de tintas, aerossóis ou alimentos - entre outros produtos - as latas de aço podem ser recicladas infinitas vezes. Atualmente, cerca de 35% das latas de aço fabricadas no Brasil são recicladas. |
| Reciclar a lata de aço é economizar energia | A cada 75 latas de aço recicladas, salva-se uma árvore que, sem isso, estaria sendo transformada em carvão vegetal. A cada 100 latas recicladas, poupa-se o equivalente a uma lâmpada de 60 w acesa por uma hora. |
| Os alimentos enlatados preservam o seu valor nutritivo | O cozimento dos alimentos enlatados pode ser rápido, porque se processa sob altas temperaturas: isso conserva os nutrientes, ao contrário do que ocorre nos processos de cozimento lento, sob temperaturas menos elevadas. |
| A lata confere maior proteção a produtos embalados | Latas de aço protegem o seu conteúdo da luz, microorganismos, insetos e predadores (ratos). Na manipulação dos produtos - transporte, armazenagem e manuseio - o material resiste a choques, quedas e empilhamento (abuso mecânico) |
| As latas ajudam no desenvolvimento econômico | Latas de aço são armazéns portáteis, capazes de evitar a deterioração de produtos agrícolas. São fabricadas por empresas genuinamente nacionais e utilizam matérias-primas provenientes do nosso solo (minério de ferro). Além disso, geram empregos e movimentam um amplo setor da economia. |
Vantagens da lata de aço:
- É muito mais saudável: protege o produto da ação nociva da luz e do oxigênio
- É totalmente segura: é inviolável, não quebra, não estoura, não é inflamável
- É 100% reciclável: se abandonado no meio ambiente, o aço é facilmente degradável, reintegrando-se à natureza em apenas 5 anos
- É muito mais moderno: saúde nunca sai de moda. O aço é insubstituível.
Na hora de comprar, pense também na quantidade e no destino da embalagem que você está levando para casa. Não desperdice. Dê preferência às embalagens que permitem um consumo prolongado e que, depois de descartadas, são efetivamente recicladas, como o aço, o alumínio, o vidro e o papel, além de alguns plásticos.
Fonte parcial: CSN (www.csn.com.br) - Prolata
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Reciclagem agrícola de lodo de esgoto como adubo nitrogenado: risco ou benefício ao meio ambiente?
Reciclagem agrícola de lodo de esgoto como adubo nitrogenado: risco ou benefício ao meio ambiente?
Nas áreas urbanas, os principais agentes poluidores de águas são os esgotos, que são lançados diretamente nos corpos de água, na maioria das vezes.
Nas áreas urbanas, os principais agentes poluidores de águas são os esgotos, que são lançados diretamente nos corpos de água, na maioria das vezes.
Frente à degradação intensa dos recursos hídricos, os esgotos de diversas cidades brasileiras começaram a ser tratados, com a construção de estações de tratamento de esgoto (ETEs), que operam com diferentes sistemas tecnológicos. Nestes sistemas de tratamento de águas residuárias, a água retorna aos mananciais com bom grau de pureza. No entanto, ocorre a geração de um resíduo semi-sólido, pastoso e de natureza predominantemente orgânica, chamado de lodo de esgoto. A destinação deste lodo residual que é gerado nas ETEs é, no entanto, um grande problema ambiental.
Frente à degradação intensa dos recursos hídricos, os esgotos de diversas cidades brasileiras começaram a ser tratados, com a construção de estações de tratamento de esgoto (ETEs), que operam com diferentes sistemas tecnológicos. Nestes sistemas de tratamento de águas residuárias, a água retorna aos mananciais com bom grau de pureza. No entanto, ocorre a geração de um resíduo semi-sólido, pastoso e de natureza predominantemente orgânica, chamado de lodo de esgoto. A destinação deste lodo residual que é gerado nas ETEs é, no entanto, um grande problema ambiental.

Uma alternativa técnica viável de reuso desses resíduos orgânicos é a sua utilização como adubo, desde que considerados outros aspectos envolvidos, como composição em metais pesados, compostos tóxicos ou presença de patógenos ou ainda seu potencial de salinização ou de acidificação do solo. Seu valor fertilizante é muito alto, em função dos teores elevados em nitrogênio e carbono orgânicos.
No entanto, o nitrogênio encontra-se no lodo em formas proteicas, principalmente. Uma vez aplicado ao solo, esse nitrogênio orgânico contido no lodo passa a formas minerais, entre elas o nitrato, pela ação de microrganismos. As quantidades de nitrato que forem geradas no solo além da capacidade de absorção pelas raízes das plantas são pouco ou nada retidas nas partículas do solo. Assim, movimentam-se com facilidade em direção a corpos d’água subsuperficiais, junto com as águas de chuva, por exemplo.
Dessa forma, a geração excessiva de nitrato é um grande risco ambiental do uso agrícola de lodo de esgoto, justamente pela possibilidade da contaminação de corpos d’água. Este risco é possível de ser minimizado com a aplicação de doses seguras de lodos de esgoto. Essas doses devem ser determinadas com base em informações técnicas tais como:
a) avaliações laboratoriais e em campo do comportamento do lodo de esgoto no solo em que será aplicado;
b) recomendações de adubação para a cultura de interesse.
A minimização de risco de poluição ambiental pôde ser comprovada em experimento conduzido com cultivo de milho na Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna, SP, dispondo-se das informações a) e b) acima para a determinação da dose de lodo a ser aplicada na cultura, em solo argiloso. Verificou-se que mesmas quantidades de nitrato movimentaram-se no perfil do solo utilizando-se lodo de esgoto ou adubação mineral completa convencional, ou mesmo no caso de nenhuma aplicação de adubos.
Assim, seguindo-se à risca as recomendações obtidas pela pesquisa, a utilização de lodo de esgoto como adubo nitrogenado pode trazer benefícios ao produtor, por ser um adubo barato, e também ao meio ambiente, por aliviar a carga de esgotos nos mananciais de água.
No entanto, o nitrogênio encontra-se no lodo em formas proteicas, principalmente. Uma vez aplicado ao solo, esse nitrogênio orgânico contido no lodo passa a formas minerais, entre elas o nitrato, pela ação de microrganismos. As quantidades de nitrato que forem geradas no solo além da capacidade de absorção pelas raízes das plantas são pouco ou nada retidas nas partículas do solo. Assim, movimentam-se com facilidade em direção a corpos d’água subsuperficiais, junto com as águas de chuva, por exemplo.
Dessa forma, a geração excessiva de nitrato é um grande risco ambiental do uso agrícola de lodo de esgoto, justamente pela possibilidade da contaminação de corpos d’água. Este risco é possível de ser minimizado com a aplicação de doses seguras de lodos de esgoto. Essas doses devem ser determinadas com base em informações técnicas tais como:
a) avaliações laboratoriais e em campo do comportamento do lodo de esgoto no solo em que será aplicado;
b) recomendações de adubação para a cultura de interesse.
A minimização de risco de poluição ambiental pôde ser comprovada em experimento conduzido com cultivo de milho na Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna, SP, dispondo-se das informações a) e b) acima para a determinação da dose de lodo a ser aplicada na cultura, em solo argiloso. Verificou-se que mesmas quantidades de nitrato movimentaram-se no perfil do solo utilizando-se lodo de esgoto ou adubação mineral completa convencional, ou mesmo no caso de nenhuma aplicação de adubos.
Assim, seguindo-se à risca as recomendações obtidas pela pesquisa, a utilização de lodo de esgoto como adubo nitrogenado pode trazer benefícios ao produtor, por ser um adubo barato, e também ao meio ambiente, por aliviar a carga de esgotos nos mananciais de água.
Rita Carla Boeira (rcboeira@cnpma.embrapa.br) Engenheira Agrônoma e pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente
terça-feira, 30 de outubro de 2012
e melhor do que jogar fora e poluir o meio ambiente.
Monitor vira Cama-de-Gato
Achei super d+ essa ideia de reaproveitamento de monitor, o que pode ser feito até com aquelas TVzonas antigas.
Tenho dois monitores abandonados no quintal, Peixoto é quem vai agradecer essa pegada.
Tenho dois monitores abandonados no quintal, Peixoto é quem vai agradecer essa pegada.
Peguei aqui (tem passo-a-passo)
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