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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Estar apaixonado atrapalha seu trabalho


Estar apaixonado atrapalha seu trabalho


inlove1Paixão nova tira o foco de qualquer um. Você vive avoado, atento só ao celular pra ver se, enfim, sua mensagem recebeu uma resposta. E nesse mundo da lua não sobra muito espaço para se dedicar ao trabalho. Já aconteceu com você?
Bem, segundo pesquisa de psicólogos da Universidade de Maryland (EUA) e Universidade Leiden (Holanda), isso é normal: pessoas apaixonadas realmente pioram o desempenho no trabalho. Eles convidaram 43 pessoas que haviam acabado de começar um relacionamento (menos de seis meses) para fazer alguns testes. E os voluntários, desatentos, sempre perdiam algumas informações. “Altos níveis de paixão em indivíduos que estão no começo de um relacionamento romântico são associados com menor controle cognitivo”, diz a pesquisa. Ou seja, os apaixonados pensam tanto no novo amor que a habilidade de concentração vai lá pro chão – aí fica mais difícil fazer qualquer tarefa.
É que o cérebro fica sobrecarregado e não dá conta de fazer outras coisas. “Pode ser que anatureza obsessiva da paixão imponha importantes restrições às tarefas que exigem autocontrole”, explica Henk van Steenbergen, um dos autores do estudo.
E quem se importa mesmo se atrapalha ou não o trabalho? Amor não paga conta, é verdade, mas traz mais felicidade que um emprego.
Crédito da foto: flickr.com/adam39393

terça-feira, 19 de novembro de 2013

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Aprender uma segunda língua ajuda a retardar em quase cinco anos o surgimento de demência

Athlete Summit
Quer manter seu cérebro são e eficiente por muito tempo? Aprender uma segunda língua pode ser uma boa. Pesquisadores da Universidade de Edimburgo (Reino Unido) e do Instituto de Ciências Médicas de Nizam em Hyderabad (Índia) descobriram que falar mais de uma língua ajuda a retardar em quase cinco anos o surgimento de demência – e se mostrou mais eficiente do que o efeito de remédios.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores acompanharam quase 650 pessoas com demência na Índia, das quais 60% eram bilíngues. Aquelas que falavam mais de uma língua desenvolveram a doença 4,5 anos mais tarde que a média daqueles que só falavam uma (aos 65 anos, contra 61). O atraso variava entre três anos para a doença de Alzheimer e seis anos para a demência frontotemporal.
E a vantagem de ser bilíngue valia inclusive para pessoas analfabetas que não haviam frequentado a escola, o que indica que o efeito não é causado por diferenças na educação formal. Além disso, quem falava mais de duas línguas não teve vantagens sobre quem falava apenas duas.
Outras pesquisas haviam apontado educação, gênero, ocupação e local de moradia (se a pessoa vive no campo ou cidade) como fatores que poderiam influenciar o aparecimento da demência. Este, no entanto, foi o maior estudo a medir o impacto exclusivo do bilinguismo em relação à doença.
Exercício cerebral
Os pesquisadores acreditam que as trocas entre diferentes sons, palavras, conceitos, estruturas gramaticais e normas sociais que os falantes de duas ou mais línguas diferentes precisam fazer acabam sendo uma forma natural de treinamento do cérebro, provendo uma espécie de “reserva cognitiva” que tende a ser mais eficaz do que qualquer treino artificial, como jogos e outros exercícios. Mas outros estudos são necessários para que se entenda melhor como isso acontece.
“Estes resultados sugerem que o bilinguismo pode ter uma influência mais forte sobre a demência do que as drogas atualmente disponíveis. Por isso, o estudo da relação entre bilinguismo e cognição é uma das nossas prioridades agora”, disse Thomas Bak, da Universidade de Edimburgo.
(Via PsyPost)
 fonte: super interessante

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Supermercado de alimentos vencidos será inaugurado em 2014 nos EUA


Nota 20 ok
Pode parecer absurdo, mas o idealizador da ideia, Doug Rauch, tem bons argumentos. Nos EUA, 40% da comida vai para o lixo – no campo, nos supermercados e nas casas – e 90% da população joga fora os alimentos antes que a data de validade expire.
Os números são de uma pesquisa da Universidade de Harvard e estimularam Rauch a criar o projeto“The Daily Table”, cujo objetivo é redirecionar produtos perfeitamente comestíveis pouco após a data de validade vencer. A ideia é abrir uma loja em 2014 que irá preparar e embalar comida a preços muito baixos, especialmente frutas e verduras “feias”, que a maior parte das pessoas rejeita.
Segundo ele, o The Daily Table é uma mistura de supermercado com restaurante, que oferecerá produtos mais saudáveis para competir (em preço) com os fast-food. As mercadorias comercializadas nas gôndolas serão indicadas para consumo rápido ou imediato.
Em entrevista à rádio NPR, Rauch diz que esta é uma forma de “trazer nutrição acessível para a população que precisa pagar mais barato para se alimentar”. A pergunta que todos devem estar se fazendo: é seguro comer alimentos “teoricamente” vencidos? Ele responde: “Absolutamente. Se um produto mostra a validade 1 de outubro e estamos em 2 de outubro, a maioria das pessoas não percebe que se pode comer”. E como evitar que os clientes tenham nojo ou receio? “A questão é realmente como você vai falar e educar. Estamos falando de tomar e recuperar alimentos. A maior parte do que vamos oferecer são frutas e legumes que têm um prazo de validade que pode ser estendido por vários dias”.
De acordo com Rauch, trata-se de tentar resolver um grande desafio social com uma abordagem inovadora. O que você acha da ideia?

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

10 Fontes de Cálcio de origem Vegetal


10 Fontes de Cálcio de origem Vegetal
Aprendemos que o cálcio é um nutriente essencial os ossos, como também outros fatores como o nível de atividade física e a alimentação. Quando falamos em fonte de cálcio, a primeira coisa que nos vem a mente é o leite, porém, é um mito dizer que o leite e seus derivados são fontes ideais de cálcio. Há uma abundância de plantas ricas em cálcio para obter este nutriente essencial sem a necessidade de apenas usarmos o cálcio de origem animal.

Conheça o Cálcio de origem Vegetal

O cálcio é um nutriente essencial na nossa dieta. Mas, nem todo o cálcio é igual. Você sabia que, apesar do leite de origem animal ter cálcio, ele também tem outras substâncias que fazem mal para os ossos. Proteínas de origem animal são ricas em aminoácidos contendo enxofre, principalmente cistina e metionina. O enxofre é convertido em sulfato, o que tende a acidificar o sangue. Durante o processo de neutralização deste ácido, ele dissolve massa óssea para a corrente sanguínea e os filtra através dos rins. As carnes e os ovos contêm duas a cinco vezes mais destes aminoácidos de enxofre, do que os encontrados em alimentos vegetais ” segundo Physicians Committee for Responsible Medicine
Outros fatores que influenciam a perda de cálcio e a saúde óssea são:
Fatores Genético
Possivelmente cafeína
Sal
Cigarro e tabaco
A inatividade física
Falta de exposição ao sol
Outra observação importante a fazer é sobre a quantidade de cálcio que realmente precisamos diariamente:
“A Organização Mundial de Saúde recomenda 400 a 500 miligramas de cálcio por dia para adultos. Padrões americanos são mais elevados, chega a 800 miligramas por dia ou até mais, em parte porque a carne, sal , tabaco e inatividade física da vida americana leva à perda rápida de cálcio. “~ PCRM

Alimentos vegetais e a quantidade de cálcio:

Couve, cozida (1 xícara, 357 mg de cálcio)
Figos secos (10 médio, 269 mg de cálcio)
Soja, verde, cozidos, sem sal (1 copo, 261 mg de cálcio)
nabo, cozido (1 xícara, 249 mg de cálcio)
Quiabo, cozido (1 xícara, 135 mg de cálcio)
feijão branco, cozido (1 copo, 126 mg de cálcio)
Amêndoas, inteiros (1/4 de xícara, 94 mg de cálcio)
grão de bico, sementes maduras, cozida, fervida , sem sal (1 xícara, 80 mg de cálcio)
Laranjas, todas as variedades comerciais (seções 1 xícara, 72 mg de cálcio)
Brócolis, cozido (1 xícara, 62 mg de cálcio)
Mamões, em bruto (1 xícara de purê, 46 mg de cálcio)

tags: # desentupidora em bh,desentupidora em contagem,desentupidora

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Em poucas horas, NY transformou pistas automotivas em espaços para pedestres e revolucionou sistema de transportes da cidade

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Ok, a mobilidade urbana está um caos, mas melhorá-la pode ser menos trabalhoso (e mais barato) do que imaginamos. Quer um exemplo? A cidade mais populosa dos EUA, Nova York, conseguiu, em uma noite, devolver parte de suas ruas – que haviam sido tomadas pelos carros– para os pedestres.
A história foi contada por Janette Sadik-Khan, secretária de Transportes da cidade americana, em visita ao Brasil. Segundo ela, em 2002, a infraestrutura de NY estava um caos: 90% do espaço das ruas era ocupado por carros, mas 90% das pessoas estavam insatisfeitas e queriam mais áreas públicas para caminhar e conviver. A solução? Liberar 90% do espaço para os pedestres.
Colocar a ideia em prática parece uma missão impossível, mas – acredite! – foi mais fácil do que você está pensando. Na época, a prefeitura da cidade não tinha dinheiro para grandes obras, o que fez Sadik-Khan sugerir que o espaço dos carros fosse devolvido aos pedestres, apenas, por meio de sinalização.
Foi o que aconteceu: em uma madrugada, munida de placas e tintas para pintar as pistas, uma equipe da prefeitura devolveu aos pedestres diversos espaços públicos. Entre eles, um canteiro central, no Brookyn, que era usado como estacionamento informal pelos veículos e se transformou em praça de convívio.
A solução de Sadik-Khan era ousada e, portanto, provisória. O acordo era que as ruas poderiam ser devolvidas aos carros, se necessário. No entanto, a resposta da maioria da população foi tão positiva que o governo não teve coragem de voltar atrás. Pelo contrário: a ideia só foi para frente.
Com a mudança, as pessoas passaram a se sentir mais donas das ruas e, consequentemente, tornaram-se mais receptivas a qualquer projeto que previsse livrar a cidade do “carrocentrismo”. Dez anos depois, NY possui centenas de quilômetros de ciclovias e váriasfaixas exclusivas de ônibus, além de ter reduzido o limite de velocidade dos veículos em 15 km/h, entre outras melhorias.
É ou não é uma história inspiradora para as nossas grandes cidades? Mudar pode ser mais fácil do que se imagina, ainda mais munidos de uma das principais “armas” dos brasileiros: acriatividade.
Foto: Divulgação/Prefeitura de NY

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Onde reciclar garrafas de vidro?



O vidro é considerado uma das criações mais antigas ainda usadas atualmente. Ele constitui não só garrafas, mas também janelas, bulbos e tubos de lâmpadas

Todo mundo sabe que o vidro é um material reciclável. Afinal, nas lixeiras de reciclagem mais básicas, há sempre o recipiente específico para o recebimento do material. Mas o que poucos sabem é que existem alguns tipos de vidros não recicláveis. Felizmente, não é o caso das garrafas de vidro.
Os vidros comuns (com os quais as garrafas são feitas), chamados de sodo-cálcicos, são constituídos basicamente de dióxido de silício, óxido de sódio, óxido de cálcio (confere a propriedade de cristal), óxidos de alumínio e magnésio (elementos que dão a propriedade de resistência) e óxido de potássio.
Para fazer os vidros coloridos são adicionados alguns metais de transição e os lantanídeos, que, dependendo do seu estado de oxidação, da concentração e do tratamento térmico a que foi submetido, determinarão a cor do vidro.
Como é feito?
Para produzir o vidro, alguns materiais, como areia, sódio, cálcio e outros componentes químicos são misturados; em seguida, essa mistura é levada ao forno, onde permanece até fundir, podendo chegar à temperatura de 1500°C. E, de lá, sai com uma aparência viscosa.
Então essa mistura é colocada em um primeiro molde, que dá o seu contorno inicial de garrafa de vidro. Em seguida, ela é colocada em um molde final e é injetado ar no seu interior, fazendo com que a mistura viscosa ganhe o contorno definitivo. Por fim, deixa-se resfriar o material por uma hora. Depois desse período, o vidro já está pronto para ser utilizado.
Como os plásticos, certos tipos de aditivos também podem ser adicionados ao vidro para proporcionar novas propriedades: a cor das garrafas, por exemplo, é feita com a adição de vários tipos de óxidos, como o óxido de cobalto e o cobre, que conferem uma tonalidade azulada. A coloração não serve apenas para adicionar uma estética agradável,  pois o uso de certas cores pode impedir que determinadas radiações solares (na faixa do infra-vermelho e na faixa do ultra-violeta) atravessem o vidro, sem que a qualidade do produto embalado seja seriamente comprometida. Dentre as cores que possuem essa propriedade, podemos citar a cor âmbar, das garrafas de cerveja; e verde, das garrafas de vinho.
Como reciclar?
O vidro precisa de quatro mil anos para se decompor e, para produzi-lo, são necessários 1,3 mil quilos de areia, porém, ele é 100% reciclável. No processo de reciclagem, uma quantidade 70% menor de energia é consumida, a emissão de poluentes atmosféricos é reduzida em 20% e o uso de água diminui em 50%. Porém,dados de 2011 apontam que apenas 47% de vidros foram reciclados no país.
Ainda encontram-se muitas desvantagens para a coleta seletiva. As cooperativas de reciclagem, por exemplo, veem o vidro menos atrativo do que outros materiais, devido ao seu peso elevado, e também por ser um material cortante e possuir um valor de mercado bem menor que o do plástico, do papelão e do alumínio.
Para reciclar, se as garrafas de vidro estiverem inteiras, elas devem ser lavadas; caso estejam quebradas, embrulhe os cacos com jornal ou plástico bolha, para que a cooperativa, ou quem for manuseá-las, não se machuque. Também recomenda-se que os cacos de vidro não sejam misturados com terra ou sujeira.
Para ajudar no processo de reciclagem, é recomendável separar o vidro por cor, facilitando a distinção dos materiais para as empresas de reciclagem, e também é aconselhável remover as tampas e os rótulos, pois podem contaminar o processo de reciclagem e diminuir o valor do material reciclado.
Como funciona?As cooperativas ou centros de triagem fazem a separação manual das garrafas de bebidas dos outros tipos de vidros. Esse método permite um ganho de eficiência na produção final.
Em seguida, o processo se torna inteiramente industrial: o vidro é  refundido e moído em um triturador; depois é colocado em um forno gigante com temperatura em torno de 1000ºC - esse valor é muito menor do que o utilizado  na fabricação de um vidro novo, o que implica um ganho energético e uma menor emissão de CO2. Assim, uma utilização de um tonelada de cacos de vidro para a reciclagem permite economizar cerca de 1,2 toneladas de matérias-primas novas.
Locais de coleta e reciclagem
Além dos coletores verdes dispostos na rua, existem as cooperativas de reciclagem, pontos de entrega voluntária (PEV), supermercados e locais de venda dos produtos.

Agora que você já sabe como descartar, a eCycle te ajuda! Clique aqui para visitar nossa página de Postos de Reciclagem e encontre o melhor destino possível para seu item.
 
fonte: ecycle tags# desentupidora em bh,desentupidora em betim,desentupidora em contagem,desentupidora bh

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Casal cria comunidade sustentável de casas na árvore em floresta



casa-arvore
Cachoeiras, piscinas naturais, trilhas no meio da floresta e a biodiversidade deslumbrante daCosta Rica. Tudo isso pode compor o destino perfeito de férias de muitas pessoas, mas o casal norte-americano Matt e Erica Hogan ficou tão encantado com a natureza do país que decidiu se mudar para lá.
Preocupados em causar o mínimo impacto ao meio ambiente e em morar em uma comunidade autossuficiente, os dois criaram a Finca Bellavista*. Ao todo, são 25 estruturas de madeira construídas entre as árvores. A comunidade usa energia solar e possui hortas comunitáriaspara alimentar os moradores e visitantes.
Tanto os espaços comunitários quanto as moradias fazem captação de água da chuva, possuembiodigestores para processar o lixo produzido e gerar energia e calor. Além disso, a arquitetura das casas na árvore prioriza a luz e a ventilação natural.
Já se passaram sete anos desde que o casal visitou o terreno da comunidade pela primeira vez, e o sonho deles não mudou: atrair moradores que também valorizem e estejam dispostos a praticar a conservação de espécies e do ambiente natural no dia a dia.
Tudo isso fez você pensar que a comunidade é totalmente isolada? Pois não é, não! Apesar de estar há três quilômetros da cidade mais próxima, a Finca Bellavista tem sinal 3G e conecta quem mora no topo das árvores ao mundo todo!
Abaixo, assista ao vídeo oficial da comunidade (em inglês):
E você? Moraria lá com sua família?

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Força Humana além de Economizar proporciona Diversão, Fitness, Saúde e Sustentabilidade

Força Humana além de Economia proporciona Diversão, Fitness, Saúde e Sustentabilidade
 Quando se fala em energia alternativa podemos englobar nessa categoria a utilização da força humana, É justamente  esse o principio de funcionamento da Fender Blender Pro, um  ”eletrodoméstico” que funciona a partir da força humana. Projetado para ser usada no dia-a-dia , em  escolas, festivais, feiras, etc. A Fender Blender Pro reúne diversão, fitness, saúde, nutrição e sustentabilidade em um único e simples equipamento.

Existe as opções: Fender Blender Universale – Um sistema universal que transforma qualquer bicicleta em uma bicicleta liquidificador.
Fender Blender Pro Elétrico, que é um gerador de energia mais silenciosa, mais poderosa e compacta que usa a força humana. É o gerador de energia mais eficiente, fácil de usar, compacto, silencioso e a Pedal.
E as opções liquidificador e maquina de sorvete, seu funcionamento é baseado na bicicleta, mecânico, ao pedalar a força é passada para as hélices do liquidificador. Segundo seu fabricante,  os equipamentos são ajustáveis, podendo ser usado por crianças acima de 8 anos até adultos. Ideal para as pessoas que preferem pedalar em vez de apertar um botão.


Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/energia-alternativa/forca-humana-alem-de-economizar-proporciona-diversao-fitness-saude-e-sustentabilidade/

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Sistema de Pavimentação Alternativa Sustentável e Ecológico evita Inundações

Sistema de Pavimentação Alternativa Sustentável e Ecológico
Embora muitas calçadas e passeios em Nova York estejam sendo construídas a partir de borrachas recicladas e sustentáveis, exsitem outra alternativa ecológica, que atraem as pessoas preocupadas com produtos ecológicos. A Grasscrete é um sistema alternativa ambientalmente sustentável de pavimentação, esse sistema permite ter espaço para áreas verdes, ele é parecido com a pavimentação de paralelepípedo, só que projetada para receber grama ou outra vegetação entre os modulos.

“Drenagem Urbana Sustentável” é uma expressão muito usada que ganhou credibilidade significativa nos últimos anos. Grasscrete pode ser para uma fantástica alternativa para a gestão de águas pluviais, evitando as inundações e fazendo com que o solo absorva mais a água da chuva.


Nas áreas urbanas como a da cidade de São Paulo, sistema de gestão de águas pluviais normalmente envolve a coleta e eliminação de águas pluviais de forma não tão eficiente e rápida, isso demanda a construção de piscinas para coletar o volume extra de água. Tudo isso é palhativo se não houver uma melhor gestão e a diminuição da impermeabilidade do solo.

Uma vez que acontece a chuva, a água das calçadas, ruas e estacionamentos, é imediatamente transportado para galerias pluviais e, em seguida, para o rio. Quando há um evento de grande tempestade, grandes volumes de água se canalizados para fora em um período relativamente curto de tempo causando as enchentes.
A Grasscrete promete deixar grande parte dessa água escoar por suas ranhuras, alem de permeabilizar o solo esse pavimento dá um ar mais verde onde é colocado.
Pavimentação Alternativa Sustentável e Ecológico



Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/meio-ambiente/sistema-de-pavimentacao-alternativa-sustentavel-e-ecologico-evita-inundacoes/

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Escovar bem os Dentes e passar Fio Dental Reduz o Risco do HPV


Uma Boa Higiene Bucal Reduz o Risco do HPV

O papilomavírus humano (HPV, do inglês human papiloma virus), é uma infecção viral da pele ou mucosas e está ligado ao desenvolvimento de câncer em mulheres. Ele também é responsável por milhares de casos de câncer de garganta em homens e mulheres. Mas uma nova pesquisa mostra que a melhor escovação e uso de fio dental pode ser capaz de reduzir o risco de infecção de HPV. Esse estudo de pesquisadores da Universidade do Texas School of Public Health, em Houston nos EUA, afirma que pessoas com problemas de saúde bocal são mais propensas a ter uma infecção oral por HPV do que aqueles que fazem uma boa escovação e usam fio dental.

Uma Boa Higiene Bucal Reduz o Risco do HPV

Eles descobriram que cerca de um terço dos entrevistados relataram fazer pouca higiene bocal. Dentro desse grupo, os participantes eram 50% mais propensos a ter uma infecção oral por HPV do que aqueles com uma melhor higiene oral, os resultados mostraram que os participantes do estudo com pior saúde oral foram mais propensos a ter uma infecção pelo HPV.
É muito cedo para  afirmar que a  melhor escovação dos dentes diminuem os  risco de HPV, mas certamente dá outra boa razão para manter os dentes brancos, brilhantes, limpos e saudáveis. Os resultados foram publicados na revista Cancer Prevention Research .


Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/modo-de-vida/escovar-bem-os-dentes-e-passar-fio-dental-reduz-o-risco-do-hpv/

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Dicas de Reciclagem com Muletas Velhas


Reciclagem de Muletas

Tudo pode ser reciclado, não existe limites para a reciclagem e sua overdose é benéfica para a natureza e nosso bolso, porém é mortal para o consumismo. Até mesmo muletas velhas podem ir para a reciclagem ou você mesmo pode reciclá-las. Existem algumas maneiras de fazer uso dessas muletas velhas, como doá-las para algumas ONGs, institutos de caridade e até para quem precisa em sua comunidade, ou você pode reciclar como esses exemplos que damos nesse artigo. Criando móveis, prateleiras, abajures ou até mesmo a decoração em sua sala de estar. Acima uma prateleira feita de muletas que vimos no artigo vinte Ideias de Reciclagem bem Diferentes e que dá para Fazer em Casa.

Prateleira feita de muletas
Cadeira feita de roda de bicicleta e muletas
Suporte para trepadeiras em horta
Enfeite de parede com muletas
Cadeira feira de muletas
mesa de
 muletas
Suporte de globo
pés de mesa de muletas recicladas

 


Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/reciclagem/dicas-de-reciclagem-com-muletas-velhas/

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Piso de Livros – Uma Reciclagem Inteligente

Piso de Livros

Imagine que você compra uma casa, ela tem um piso de madeira todo fosco riscado e feio, não resta outra saída a não ser reformar, trocando, certo? Mas uma luz de reciclagem brilha e uma idéia maluca aparece, cobrir o piso com folhas de livros. Essa foi a solução que um casal encontrou para reformar o piso e ainda reciclar milhares de folhas de rascunhos de livros.

“Como um resenhista de livros , recebo uma tonelada de cópias de livros, que são provas não corrigidas que não podem ser revendidos ou doados. E parece um desperdício simplesmente jogá-los fora. Então, por que não usá-los para cobrir o meu chão e decorar a minha casa?”
“Foi utilizada uma mistura de 1 por 1 de cola (apenas cola branca e água para fazer uma pasta fina (Aprenda a Fazer uma Cola Caseira e Ecológica). Colocamos uma camada de cola em uma pequena parte do chão, em seguida, comece a sobrepor as  páginas dos livros no chão, cobrindo todo piso..”


Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/arquitetura/piso-de-livros-uma-reciclagem-inteligente/

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O que é sustentabilidade?


O que é sustentabilidade?



As questões relacionadas ao meio ambiente e às mudanças climáticas ainda estão longe das pessoas que não estão diretamente envolvidas com este tema. O desafio é mudar isso.

Muita gente ainda não compreende o que é sustentabilidade e porque deveria mudar seu modo de vida. A sociedade certamente não vai empreender as transformações necessárias se não estiver convencida da urgência das mudanças.
Dias atrás estava conversando com um bom amigo, que não trabalha nem com comunicação e nem com meio ambiente e sustentabilidade, sobre carros, trânsito e modelo de desenvolvimento. Ele vive em Santos, uma cidade que eu adoro por ser, ainda, uma boa referência em estrutura urbana. Depois de 15 minutos de conversa percebi que estamos em lados completamente opostos em relação ao que seja uma vida confortável e sustentável. Comentei que se Santos continuasse a receber automóveis no ritmo atual, em muito pouco tempo estaria completamente engarrafada, com os mesmo problemas de mobilidade que São Paulo já enfrenta.
Conforto
Santos é uma cidade plana, pequena sob o ponto de vista territorial, concentrada em temos de ocupação. Ou seja, ideal para trajetos a pé, de ônibus e de bicicleta, sem falar de um tal VCL (Veículo Leve Sobre Trilhos) dos qual se fala desde que o Mário Covas era governador (ele também um santista). Minha surpresa veio quando meu amigo simplesmente respondeu que esse era um preço a ser pago pelo conforto. De pronto perguntei, “mas que conforto?”
Em minha visão de jornalista especializado em temas ligados à sustentabilidade, conforto é uma cidade onde a mobilidade é garantida através de meios que não imponham mais poluição e nem ocupação desordenada das ruas. Transporte público, espaços abertos, bicicletas e uns poucos carros que são usados apenas por necessidade absoluta. Argumentei que andar de táxi, por exemplo, pode ser muito mais barato do que andar de carro. Não se corre o risco de levar multas, não é preciso pagar estacionamento e nem sequer é preciso se preocupar com tomar um chopp a mais.
Por mais que eu tentasse explicar as vantagens individuais e coletivas em ter uma cidade com menos carros e mais espaço para as pessoas, meu amigo não conseguia entender. Para ele eu devo ter parecido uma espécie qualquer de idiota que não entende o quanto um carro oferece de conforto. Claro que compreendo isso, eu mesmo tenho um carro. No entanto, a questão é como usamos o carro e para que. Por exemplo, se locomover para um escritório, pagar um estacionamento e retornar no final do dia é uma atividade que pode muito bem ser feita de outra forma, principalmente em Santos.
Qualidade de vida
Outra coisa que constatei, pela enésima vez, é o quanto as questões relacionadas ao meio ambiente, à sustentabilidade, aquecimento global etc estão longe das pessoas que não estão diretamente envolvidas com este tema. Certamente a culpa não é destas pessoas, mas sim das outras, aquelas que compreendem a importância de ser sustentável, mas que não estão conseguindo mostrar o quanto isso é importante para todo mundo.
Não se trata apenas de economizar água, energia, separar lixo para a reciclagem ou outras tantas atividades que são preconizadas nas cartilhas de educação ambiental. É preciso estimular o pensamento sustentável, que favorece um olhar mais sistêmico sobre a realidade. Mas como fazer isso?
Nos últimos anos temos trabalhado na Envolverde para informar e formar uma parte da sociedade sobre a transversalidade necessária na abordagem dos temas socioambientais e econômicos. Não estamos mais na fase dos diagnósticos. A maior parte dos problemas socioambientais graves que devem ser enfrentados com urgência pela sociedade já está devidamente identificada, catalogada, estudada e diagnosticada, com suas causas e consequências exaustivamente conhecidas.
A questão agora é saber como convencer as pessoas a mudar. As milhões ou bilhões de pessoas mais afetadas pelos problemas sociais e ambientais não têm a capacidade de reação necessária para alterar a realidade de seu entorno. E as milhões ou bilhões de pessoas que precisariam mudar o modo de vida, ou simplesmente não sabem disso, ou não acham necessário, ou estão se lixando para os problemas.
Aquecimento global
A questão que se coloca é como conseguir que a sociedade entenda o sentido de urgência dos problemas ambientais, em especial do aquecimento global, do desmatamento e da degradação de ecossistemas, como fazer a atual geração de seres humanos no planeta compreender que deve existir uma “solidariedade intergeracional”, ou seja, que precisamos preservar recursos para as pessoas que ainda não nasceram (como prevê o triple bottom line).
Aqueles que compreendem esta urgência devem superar o sentimento de frustração que está se sobrepondo à necessidade de continuar falando, escrevendo, ensinando e pregando. Mas, principalmente, é preciso compreender que a grande maioria das pessoas ainda não está convencida, por muitos motivos, de que precisam mudar.
__fonte
* Dal Marcondes é jornalista especializado em jornalismo econômico, presidente do Instituto Envolverde e diretor da Envolverde – Revista Digital.
Esse artigo foi originalmente publicado no site da Envolverde.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Hotel Montanha Mágica





Localizado na reserva natural de Huilo Huilo, em meio aos Andes patagônicos do sul do Chile, o Hotel  Montanha Mágica surpreende os visitantes com suas formas e a água que escorre por suas paredes externas.
Projetado como uma montanha e cercado por bosques e árvores centenárias da bela paisagem da região, o hotel lembra um pequeno vulcão jorrando água.
Como se não bastasse, o hotel conta com banheiras escavadas em troncos, em pontos ideais para os turistas apreciarem a rica vida silvestre da floresta da Patagônia.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Viver sem gastar é possível? Família alemã faz greve de dinheiro há três anos em protesto contra consumo excessivo


Viver sem gastar é possível? Família alemã faz greve de dinheiro há três anos em protesto contra consumo excessivo

Débora Spitzcovsky 6 de março de 2013

fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/
Passar um dia sem gastar é difícil para você? Imagine, então, viver um longo período (praticamente) sem dinheiro, por escolha própria. Essa é a história da família alemã Fellmer, formada pelo pai, Raphael, a mãe, Nieve, e a filha de um ano, Alma Lucia. Há cerca de três anos eles decidiram iniciar uma greve de dinheiro para protestar contra o que chamam de “sociedade de consumo excessivo”.
O trio mora de aluguel em um pequeno porão de uma casa em Berlim, mas o pagamento da moradia é feito por escambo. Em troca de um teto, Raphael e Nieve oferecem serviços domésticos aos donos do local, como cuidar do jardim e fazer reparos na residência. O mesmo acontece na hora de conseguir artigos que necessitam no dia a dia – como roupas, sapatos, móveis e outros utensílios de casa: a família troca algo por eles.
Já a alimentação vem 100% daquilo que é descartado pelos supermercados da cidade (leia também: Metade da comida do mundo vai parar no lixo). O único gasto permanente dos Fellmer é a conta de água e de luz, mas há momentos em que alguma despesa extra é indispensável, como quando Nieve precisou fazer acompanhamento pré-natal antes do nascimento de Alma Lucia.
A ideia de viver dessa maneira partiu de Raphael, que tem 29 anos e nasceu em uma família de classe média alta da Alemanha. Após viajar com amigos ao México, em 2010, sem gastar um centavo, Raphael se deu conta do quanto desperdiçava para viver e decidiu começar o protesto que, admite, é radical. Segundo ele, a intenção não é convencer as pessoas a viver sem dinheiro, mas inspirá-las a enxergar onde estão pecando pelo excesso para que façam as mudanças que melhor se encaixam em suas vidas – e que, consequentemente, podem trazer melhorias para o planeta.
Para disseminar sua mensagem, o ativista criou até um site, o Forward the (R)evolution, em que fala a respeito do problema dos resíduos sólidos e do consumo excessivo – mas sem aquele tom de quem “sobe no banquinho”. Mesmo assim, as pessoas parecem não entender muito bem o propósito de Raphael e o que mais repercute na internet é a “insanidade” do moço, que resolveu viver sem dinheiro.
O que você acha da postura da família Fellmer? Vale tudo pela causa? Eles te inspiraram a tentar reduzir seu consumo atual?

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Uma cidade feita de contêineres




Débora Spitzcovsky
Não é cenário de filme. A Cidade Contêiner (ou Container City, como é mais conhecida) existe de verdade e já virou atração turística no México, onde foi construída.
Idealizada pelo designer gráfico Gabriel Esper Caram, ela possui 5 mil m² de área urbana, que são “preenchidos” por 50 contêineres de navios velhos. As estruturas de metal dão origem a lojas hippies, livrarias, galerias de arte, bares, restaurantes, padarias e até dormitórios – para abrigar os turistas dispostos a passar a noite na cidade.
Para tornar a estadia na Container City mais agradável, todos os contêineres sofreram um upgrade e possuem isolamento acústico e sistema térmico, que mantém  uma temperatura agradável dentro das estruturas de metal. Além disso, a cidade possui Wi-Fi e há música tocando em todas as ruas.
Todo o esforço para chamar a atenção dos turistas parece estar dando resultado: a Container City, que fica no Estado mexicano de Puebla, está recebendo muitos visitantes, de segunda à domingo, e já é considerada no país um ponto de referência nos setores cultural e arquitetônico, além de um ótimo exemplo dereutilização de lixo.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

5 Empresas Brasileiras estão entre as mais Sustentáveis ​​do Mundo


  • 5 Empresas Brasileiras estão entre as mais Sustentáveis ​​do Mundo

global 100

Uma combinação de práticas ambientais sustentáveis e suas iniciativas de responsabilidade social deram a empresa Natura Cosméticos o título de segundo lugar entre as 100 empresas mais sustentáveis do mundo, repetindo a mesma colocação de 2012.  Esse título é concedido pela “Global 100 “, que faz uma lista anual das 100 empresas mais sustentáveis, elaborada pela mídia e empresas de pesquisa corporativa. Ela classifica as grandes corporações, segundo uma variedade de fatores, incluindo o consumo de energia, água, as emissões de carbono, produção de resíduos e várias outras questões corporativa, tais como o número de mulheres no conselho e CEO, etc.

5 Empresas Brasileiras estão entre as mais Sustentáveis do Mundo 
A empresa topo do ranking no mundo é a Umicore, empresa com sede na Bélgica que é especializada em tecnologia de materiais e reciclagem. As outras empresas brasileiras entre as 100 na Global 100 estão a Companhia Energética de Minas Gerais, Vale, Companhia Brasileira de Distribuição (Grupo Pão de Açúcar) e o Banco do Brasil.


Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/sustentabilidade/5-empresas-brasileiras-estao-entre-as-mais-sustentaveis-%e2%80%8b%e2%80%8bdo-mundo/