quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Estudos diz que o Autismo está ligado a Poluição dos Automóveis
- Estudos diz que o Autismo está ligado a Poluição dos Automóveis

Segundo o Dr. Heather E. Volk, PhD da University of Southern California, as mulheres grávidas expostas a altos níveis de poluição causada pelo tráfego de veículos, tem duas vezes mais chances de dar à luz a uma criança que apresente transtornos de desenvolvimento. Além disso, crianças expostas a altos níveis desse tipo de poluição tem três vezes mais chances de serem diagnosticadas com autismo.
Poluição é um dos maiores causadores de Cancer
Em 2011, a equipe de Volk relatou um risco maior de autismo em crianças cujas famílias viviam dentro de um raio de 1.000 metros de uma rodovia ou rua muito movimentada. Ele pesquisou 279 crianças com autismo e um grupo de 245 crianças sem a doença. As crianças tinham idades entre 2 a 5 anos e foi utilizado os endereços das mães para estimar a exposição à poluição durante cada trimestre da gravidez e durante o primeiro ano de vida das crianças.
Eles usaram informações de trânsito local para descobrir a quantidade de poluição do ar em cada residência, foram também analisadas a exposição ao material particulado e dióxido de nitrogênio. O resultado foi surpreendente.
“As crianças expostas a altos níveis de poluentes relacionadas ao trânsito durante a gravidez ou no primeiro ano de vida contavam com maior risco de autismo em comparação com as crianças expostas a um nível mais baixo de poluição”, diz Volk.
Mesmo com esses dados alarmantes é muito cedo para afirmar qualquer coisa, mas resta pouca dúvida de que a poluição do ar pelas emissões de gases dos veículos é prejudicial para a saúde tanto para o nosso planeta, quanto para todos os seres vivos.
Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/meio-ambiente/estudos-diz-que-o-autismo-esta-ligado-a-poluicao-dos-automoveis/
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Compostagem Doméstica
Compostagem Doméstica
Composto doméstico: reciclar resíduos orgânicos para fertilizar hortas e jardins
Fazer compostagem doméstica é a forma mais sustentável de reciclar e valorizar os resíduos orgânicos e pode ser realizada no próprio jardim ou quintal, como restos de alimentos e de jardim.
A compostagem promove a decomposição de resíduos domésticos orgânicos, poupando custos ambientais e económicos de transporte e deposição desses resíduos para aterro. Produza o seu próprio composto e utilize-o para fertilizar o/a seu/sua jardim/horta.
A compostagem é um processo de degradação biológica aeróbia (na presença de oxigénio) de matéria orgânica vegetal através da acção de microorganismos. O produto final tem o nome de composto. Quando adicionado ao solo, a decomposição continua dando posteriormente origem ao húmus.
A compostagem doméstica não requer grandes custos de equipamento ou manutenção e pode, por isso, ser feito por qualquer pessoa e em pouco espaço (habitações, escolas, universidades, bairros, jardins). Através da compostagem, é possível reciclar, desde os restos de preparação das refeições e restos de comida, aos resíduos provenientes da manutenção do jardim, da horta ou canteiros (relva, ramos e folhas).O produto final: o composto
Quando o material da pilha de compostagem estiver com menos de um quinto do volume inicial e apresentar um aspecto escuro, sem mau cheiro e à temperatura ambiente, o composto está formado. O composto depois de retirado da pilha deve ser crivado para retirar os materiais de maiores dimensões, o qual deve ser reintroduzido numa nova pilha de compostagem. Antes de ser aplicado no jardim, na horta ou canteiros, o composto deve repousar algumas semanas para a maturação final. Num ano, poderá produzir através da compostagem cerca de 100 kg de composto para dispor em vasos e canteiros, pequenas hortas e jardins, fertilizando a terra de forma natural, sem a adição de químicos.

A composição do composto: o alimento natural do seu jardim ou horta
O composto é constituído por macroelementos, tais como o azoto, o fósforo, o cálcio, o carbono, o potássio, o enxofre e o magnésio, e por oligoelementos, como o ferro, o zinco, o níquel, o cobre, o manganês e o boro, de que as plantas necessitam em pequenas quantidades. A composição varia consoante o tipo de resíduos que servem de matéria-prima. Por exemplo, os resíduos alimentares têm menor quantidade de celulose do que os resíduos verdes de corte de jardim.
Onde pode aplicar o composto doméstico?
O composto pode ser aplicado como fertilizante, corretivo de solos, meio de cultura em espaços verdes ou material de cobertura de solos. A granulometria do composto determina a sua melhor aplicabilidade enquanto a grande granulometria é mais indicada para a agricultura, enquanto a mais fina é mais indicada para a horticultura.
Para vasos e sementeiras, o composto deve estar bem maturado e misturado com a terra numa proporção de 1:2, ou seja, uma parte de composto para duas partes de terra.
Para hortas e agricultura, o composto pode ser empregue como cobertura ou incorporado no solo antes da sementeira ou da plantação, numa proporção variável dependente do tipo de culturas e das características do solo. O composto para a cobertura de solos tem como função fertilizar, reter melhor a humidade e impedir o crescimento de ervas daninhas. A camada de composto deve ter, pelo menos, 5 cm de altura e deve ser aplicada durante várias semanas antes das sementeiras.
O composto pode ainda ser aplicado como material de enchimento na recuperação paisagística de antigas minas e pedreiras, cobertura de aterros, cobertura de taludes, silvicultura, floricultura e relvados de campos de futebol e de golfe.
Fonte:
http://www.ead.pt/blog/?p=549
A compostagem promove a decomposição de resíduos domésticos orgânicos, poupando custos ambientais e económicos de transporte e deposição desses resíduos para aterro. Produza o seu próprio composto e utilize-o para fertilizar o/a seu/sua jardim/horta.
A compostagem é um processo de degradação biológica aeróbia (na presença de oxigénio) de matéria orgânica vegetal através da acção de microorganismos. O produto final tem o nome de composto. Quando adicionado ao solo, a decomposição continua dando posteriormente origem ao húmus.
Quando o material da pilha de compostagem estiver com menos de um quinto do volume inicial e apresentar um aspecto escuro, sem mau cheiro e à temperatura ambiente, o composto está formado. O composto depois de retirado da pilha deve ser crivado para retirar os materiais de maiores dimensões, o qual deve ser reintroduzido numa nova pilha de compostagem. Antes de ser aplicado no jardim, na horta ou canteiros, o composto deve repousar algumas semanas para a maturação final. Num ano, poderá produzir através da compostagem cerca de 100 kg de composto para dispor em vasos e canteiros, pequenas hortas e jardins, fertilizando a terra de forma natural, sem a adição de químicos.
A composição do composto: o alimento natural do seu jardim ou horta
Onde pode aplicar o composto doméstico?
Para vasos e sementeiras, o composto deve estar bem maturado e misturado com a terra numa proporção de 1:2, ou seja, uma parte de composto para duas partes de terra.
Para hortas e agricultura, o composto pode ser empregue como cobertura ou incorporado no solo antes da sementeira ou da plantação, numa proporção variável dependente do tipo de culturas e das características do solo. O composto para a cobertura de solos tem como função fertilizar, reter melhor a humidade e impedir o crescimento de ervas daninhas. A camada de composto deve ter, pelo menos, 5 cm de altura e deve ser aplicada durante várias semanas antes das sementeiras.
O composto pode ainda ser aplicado como material de enchimento na recuperação paisagística de antigas minas e pedreiras, cobertura de aterros, cobertura de taludes, silvicultura, floricultura e relvados de campos de futebol e de golfe.
Fonte:
http://www.ead.pt/blog/?p=549
Leia Mais no SitedeCuriosidades.com: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/compostagem-domestica.html
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
3 Curiosidades sobre Reciclagem
3 Curiosidades sobre Reciclagem
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Conheça o Sabonete Empilhável que tem um Ciclo infinito de Vida
Conheça o Sabonete Empilhável que tem um Ciclo infinito de Vida

Mais uma idéia que se encaixa na categoria ” Como eu não pensei nisso antes? “. Stack Soap é um sabonete bem diferente, cada barra tem uma cavidade na parte superior que une com o pedaço restante de seu último sabonete. Sendo assim ele tem um ciclo infinito de vida. Com esse sistema simples você usa 100% do sabonete e economiza um bom dinheiro .
Junte o Sabonete velho com o Novo de maneira bem Fácil
Não é só em seu formato que esse sabonete mostra a sus sustentabilidade, ele é vegetal, não usa animais em seus teste, sua fórmula é para pele sensível e utiliza com manteiga de karité para hidratação adicional. A caixa com 6 sabonetes custa US$12,56 (R$25,00).
Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/sustentabilidade/conheca-o-sabonete-empilhavel-que-tem-um-ciclo-infinito-de-vida/
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
o-plastico-e-o-meio-ambiente-reciclado-o-lixo

Por décadas o plástico tornou-se parte de nossas vidas por ser um material versátil e de infinitas utilidades. O plástico e seus produtos tornam a nossa vida mais fácil e segura. Mas só agora com a descoberta de componentes que podem prejudicar a saúde humana e o ambiente é que soluções mais verdes estão sendo pesquisadas e algumas já estão disponíveis no mercado.
Esse material sintético também deixou marcas nocivos sobre o meio ambiente e, talvez, sobre a saúde humana e de todos os animais expostos a esse produto. Isso atestado em artigos escritos por cientistas de todo o mundo.
Desde o inicio da sua produção em massa década de 1940, uma vasta gama de plásticos de propriedades únicas impulsionou-o o crescimento e ajudou sociedade. Nesse ano mais de 300 milhões de toneladas de plásticos serão produzidas em todo mundo e a quantidade de plástico produzido nos primeiros dez anos deste século se aproxima do total produzido em todo o século passado, de acordo com o relatório.
Existem milhares de razões para abandonar o uso de plásticos, ou ao menos produzir um tipo de plástico mais ecológico. As principais razões que tornam o plástico perigoso são: Os produtos químicos adicionados aos plásticos são absorvidos pelo corpo humano. Alguns destes compostos têm sido encontrados a alterar a hormonas ou têm outras potenciais efeitos na saúde humana.
Os restos de plástico , misturado com produtos químicos, muitas vezes são ingeridos pelos animais marinhos ou terrestres, podendo ferir ou matar os animais. Ele pode tornar lixo plástico flutuante , que pode sobreviver por milhares de anos na água , servindo como meio de transporte para espécies invasoras. Já o plástico enterrado em aterros sanitários e lixões podem soltar substâncias químicas nocivas que se espalham nas águas subterrâneas.
Cerca de 4 por cento de produção mundial de petróleo é utilizado como uma matéria-prima na fabricação de plásticos, e uma quantidade semelhante é consumido como energia no processo da fabricação.
As pessoas são expostas a produtos químicos a partir de plástico várias vezes por dia através do ar, poeira, alimentos, água e uso de produtos de consumo.
Por exemplo, os ftalatos são utilizados como plastificantes, na fabricação de pisos de vinil e revestimentos de parede, as embalagens de alimentos e produtos médicos. Oito em cada dez bebês, e quase todos os adultos, têm níveis mensuráveis de ftalatos em seus corpos.
O bisfenol A (BPA), encontrado em garrafas de policarbonato e os revestimentos de latas de alimentos e bebidas, pode contaminar os alimentos e bebidas. Órgãos de saúde americanos informaram que 93% das pessoas tinham níveis detectáveis de BPA em sua urina. O relatório observou que a alta exposição de recém-nascidos prematuros em unidades neonatais de cuidados intensivos para tanto o BPA e os ftalatos é de “grande preocupação”.
Os problemas com o plástico vai além do corpo humano, de acordo com relatórios, mais do que um terço de todo o plástico, é embalagens descartáveis como as garrafas e sacos, muitos dos quais terminam na natureza.
Embora a imagem de um pássaro preso em um colar de plástico é agora que choca o público, a ingestão de fragmentos de plástico é muito mais comum do que se imagina. Uma vez dentro do animal, o plástico pode embalar, perfurar e entupir o estômago de um animal, assim envenenando-o com produtos químicos que se concentraram no plástico. Alguns desses produtos químicos então são transferidos para a cadeia alimentar.

Em mais de 180 espécies de animais têm sido encontrado restos de plástico, incluindo aves, peixes, tartarugas e mamíferos marinhos, de acordo com o relatório. Infelizmente, a coleta de dados sobre os impactos dos plásticos sobre a vida selvagem sofre as mesmas armadilhas como estudar a saúde humana. Ainda assim, já há evidências de que os produtos químicos dos plásticos podem prejudicar a vida selvagem.
Por exemplo, um estudos de laboratório mostraram que os ftalatos e BPA afetam a reprodução em todos os grupos de animais estudados e prejudicar o desenvolvimento em crustáceos e anfíbios.
“Embora não haja evidências claras de que estes produtos químicos têm efeitos adversos em concentrações ambientalmente relevantes em estudos de laboratório, há uma necessidade de mais pesquisas para estabelecer os nível de efeitos no ambiente natural”, segundo o relatório.
Charles Tyler , professor da Universidade de Exeter School of Biosciences no Reino Unido e autor sênior do relatório, disse que os cientistas têm mostrado que “alguns desses compostos químicos estão entrando no ambiente e em alguns ambientes em concentrações onde eles podem produzir efeitos biológicos em uma grande variedade de espécies selvagens. “ Viajando de costa a costa, o plástico pode durar milhares de anos devido à exposição aos raios UV reduzida e temperaturas mais baixas de habitats aquáticos.
O plástico também serve como um meio de transporte flutuante que permite que espécies exóticas peguem carona para desconhecidas partes do mundo ameaçando a biodiversidade . O aquecimento global ainda auxilia o processo, tornando áreas antes inóspitas como o Ártico , habitável para as espécies invasoras, o que pode ser prejudicial para as espécies locais.
Por exemplo, artigos de plástico são comumente colonizados por cracas, vermes e algas. Ao longo da costa de Adelaide Island, a oeste da Península Antártica, dez espécies de invertebrados foram encontrados em produtos de plástico..
O plástico é tão resistente que até enterrá-lo nas profundezas da terra não vai ter resultados para mantê-lo sem impactar o meio ambiente. Atualmente ele é responsável por aproximadamente 10 por cento dos resíduos gerados, a maioria das quais são depositados em aterros e lixões. Mas, como observa o relatório, colocando plásticos em um aterro sanitário pode ser simplesmente armazenar um problema para o futuro.
Além disso, a produção de plásticos é uma grande utilizadora de combustíveis fósseis, oito por cento da produção mundial de petróleo vai para a fabricação de plásticos. Como a fabricação cresce a uma taxa de cerca de nove por cento a cada ano, os autores enfatizam que a luta contra seus problemas significa abordar a sua sustentabilidade.
Uma solução é o tratamento do plástico como um material reutilizável, em vez de como uma mercadoria descartável que é rapidamente eliminada. Isso significa facilitar a reciclagem e usar menos materiais no processo de fabricação.
“A mensagem de reciclagem é simples: tanto a indústria quanto a sociedade precisam considerar a reciclagem dos plásticos, e usa-lo como matérias-prima em vez de desperdiçar “, afirmou o relatório.
“A mensagem de reciclagem é simples: tanto a indústria quanto a sociedade precisam considerar a reciclagem dos plásticos, e usa-lo como matérias-prima em vez de desperdiçar “, afirmou o relatório.
O aumento da disponibilidade de plástico biodegradável , que pode ser feita a partir de materiais renováveis de plantas , tais como milho e soja, é outra opção.
“Plásticos biodegradáveis têm o potencial para resolver um certo número de problemas de gestão de resíduos, especialmente para a embalagem descartável que não podem ser facilmente separados a partir de resíduos orgânicos” de acordo com o relatório.
No entanto, a atualmente capacidade de produção de plásticos biodegradáveis em todo o mundo está em torno de apenas 350.000 toneladas, representando menos de 0,2 por cento da petroquímica baseada em plástico. Além disso, “a maioria desses materiais não são susceptíveis de degradar rapidamente em habitats naturais, e há preocupação de que degradáveis, à base de óleo de polímeros pode simplesmente desintegrar-se em pequenos pedaços que não são em si mesmos mais do que o plástico degradável convencional”, afirmou o relatório.
Para ajudar a atenuar as substâncias químicas potencialmente prejudiciais em plásticos, os autores recomendam que mais estudos sejam realizados sobre os mecanismos biológicos que podem ser afetados por aditivos de plástico. Entretanto, o relatório recomenda a redução do uso destes produtos químicos e desenvolvimento de alternativas mais seguras, uma estratégia conhecida como química verde.
“Se esta abordagem fosse feita a 50 anos atrás, provavelmente teria impedido o desenvolvimento de produtos químicos que são reconhecidos como desreguladores endócrinos”, disse o relatório.
O relatório também sugere que os resíduos de plástico podem ser reduzidos pelo uso de etiquetas que permitem ao consumidor a escolha de embalagem com base numa análise do ciclo de vida, que inclui todos os componentes do processo de fabricação. Por exemplo, se o produto foi feito de material reciclado em sua maior parte, usado um mínimo de embalagem e pode ser facilmente reciclado, seria marcado com um ponto verde. Se o produto é feito com excesso de embalagem e usa em maior parte matérias-primas virgens, seria marcado com um ponto vermelho.
“Pessoalmente, eu sinto que é a maneira de fazê-lo, ao invés de uma reação impensada que a legislação diz que não podemos usar certos tipos de plástico”, disse Thompson. “Tendo essa informação vai ajudar a impulsionar o sistema, porque eu acho que os consumidores estão dispostos a fazer a escolha certa quando fornecido com todas as informações.”
Mike Neal da PlasticsEurope disse que os consumidores e não a indústria, são os responsáveis pela fabricação de plásticos.
Os autores disseram que, se os plásticos são feitos e usados de forma responsável, podem ajudar a resolver alguns problemas ambientais.
Por exemplo, um estudo descobriu que as bebidas em embalagens PET (um tipo de plástico) versus vidro ou de metal reduz o consumo de energia em 52 por cento e as emissões de gases de efeito estufa em 55 por cento. E aquecedores solares de água contendo plásticos pode fornecer até dois terços da demanda anual de água quente de uma família , reduzindo o consumo de energia.
Plásticos, se usado sabiamente, “têm o potencial para reduzir a pegada da humanidade na Terra”, disse Thompson.
Este artigo foi publicado originalmente funcionou em Notícias Saúde Ambiental , uma fonte de notícias publicadas pela Environmental Health Sciences, uma empresa de mídia sem fins lucrativos.
Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/gestao-de-residuos/o-plastico-e-o-meio-ambiente-reciclado-o-lixo/
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Cocô dos elefantes é usado para fazer papel reciclado na Indonésia
Cocô dos elefantes é usado para fazer papel reciclado na Indonésia
Derrubar árvores para fazer papel não está com nada! O parque Taman Safari, localizado na cidade de Bogor, na Indonésia, está usando o cocô dos elefantes que vivem por lá como matéria-prima para a produção de papel reciclado.
Tem quem ache a ideia maluca ou nojenta, mas o fato é que funciona – e, de quebra, ainda resolve o problema do lixo. O parque tem 40 elefantes que, juntos, produzem cerca de quatro toneladas (!) de fezes todos os dias.
Como possuem uma dieta baseada em grama e outros tipos de vegetação, o cocô desses animais está lotado de fibras vegetais- a matéria-prima do papel. Então, por que não aproveitá-lo, ao invés de jogar fora?
O processo de produção é simples: as fezes são lavadas em tanques para a retirada do odor – afinal, papel cheiroso, nesse caso, não rola, né? Em seguida, as fibras vegetais, que não são desintegradas pelo sistema digestivo dos elefantes, são retiradas do cocô e aquecidas, para eliminação das bactérias. A fase final de fabricação consiste em secar, bater e prensar a “massa de estrume”, que então é transformada em folhas de papel.
Fonte: Planeta em Perigo
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