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quinta-feira, 28 de março de 2013

Hotel Montanha Mágica





Localizado na reserva natural de Huilo Huilo, em meio aos Andes patagônicos do sul do Chile, o Hotel  Montanha Mágica surpreende os visitantes com suas formas e a água que escorre por suas paredes externas.
Projetado como uma montanha e cercado por bosques e árvores centenárias da bela paisagem da região, o hotel lembra um pequeno vulcão jorrando água.
Como se não bastasse, o hotel conta com banheiras escavadas em troncos, em pontos ideais para os turistas apreciarem a rica vida silvestre da floresta da Patagônia.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Viver sem gastar é possível? Família alemã faz greve de dinheiro há três anos em protesto contra consumo excessivo


Viver sem gastar é possível? Família alemã faz greve de dinheiro há três anos em protesto contra consumo excessivo

Débora Spitzcovsky 6 de março de 2013

fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/
Passar um dia sem gastar é difícil para você? Imagine, então, viver um longo período (praticamente) sem dinheiro, por escolha própria. Essa é a história da família alemã Fellmer, formada pelo pai, Raphael, a mãe, Nieve, e a filha de um ano, Alma Lucia. Há cerca de três anos eles decidiram iniciar uma greve de dinheiro para protestar contra o que chamam de “sociedade de consumo excessivo”.
O trio mora de aluguel em um pequeno porão de uma casa em Berlim, mas o pagamento da moradia é feito por escambo. Em troca de um teto, Raphael e Nieve oferecem serviços domésticos aos donos do local, como cuidar do jardim e fazer reparos na residência. O mesmo acontece na hora de conseguir artigos que necessitam no dia a dia – como roupas, sapatos, móveis e outros utensílios de casa: a família troca algo por eles.
Já a alimentação vem 100% daquilo que é descartado pelos supermercados da cidade (leia também: Metade da comida do mundo vai parar no lixo). O único gasto permanente dos Fellmer é a conta de água e de luz, mas há momentos em que alguma despesa extra é indispensável, como quando Nieve precisou fazer acompanhamento pré-natal antes do nascimento de Alma Lucia.
A ideia de viver dessa maneira partiu de Raphael, que tem 29 anos e nasceu em uma família de classe média alta da Alemanha. Após viajar com amigos ao México, em 2010, sem gastar um centavo, Raphael se deu conta do quanto desperdiçava para viver e decidiu começar o protesto que, admite, é radical. Segundo ele, a intenção não é convencer as pessoas a viver sem dinheiro, mas inspirá-las a enxergar onde estão pecando pelo excesso para que façam as mudanças que melhor se encaixam em suas vidas – e que, consequentemente, podem trazer melhorias para o planeta.
Para disseminar sua mensagem, o ativista criou até um site, o Forward the (R)evolution, em que fala a respeito do problema dos resíduos sólidos e do consumo excessivo – mas sem aquele tom de quem “sobe no banquinho”. Mesmo assim, as pessoas parecem não entender muito bem o propósito de Raphael e o que mais repercute na internet é a “insanidade” do moço, que resolveu viver sem dinheiro.
O que você acha da postura da família Fellmer? Vale tudo pela causa? Eles te inspiraram a tentar reduzir seu consumo atual?